És de alguém, de um recanto deserto, rua indecifrada, espaço de imaginações minhas, graciosa como um louvar, és a fogosa perdição... Pelo zelo da chuva humilde és em torrentes de aguarelas a primavera de arco íris fulgurante, ó plenitude das palavras sós... Asa de plumas perfumadas, que belo e macio é teu edílio profanado, fraga de ecos rebeldes, precipício quase inocente... Cresces no colo de cada noite, pois é firme o ladrar dos coitos como o lassar das aves, para seres dele, desse alguém (...) ♥ jsfm ♥ |